Domingo, 9 Maio, 2021
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IV Domingo da Quaresma 2021 (B)

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João

«Deus enviou o seu Filho, para que o mundo seja salvo por Ele»
(Jo 3,14-21)

Naquele tempo,
disse Jesus a Nicodemos:
«Assim como Moisés elevou a serpente no deserto,
também o Filho do homem será elevado,
para que todo aquele que acredita
tenha n’Ele a vida eterna.
Deus amou tanto o mundo que entregou o seu Filho Unigénito,
para que todo o homem que acredita n’Ele
não pereça, mas tenha a vida eterna.
Porque Deus não enviou o Filho ao mundo
para condenar o mundo,
mas para que o mundo seja salvo por Ele.
Quem acredita n’Ele não é condenado,
mas quem não acredita já está condenado,
porque não acreditou no nome do Filho Unigénito de Deus.
E a causa da condenação é esta:
a luz veio ao mundo,
e os homens amaram mais as trevas do que a luz,
porque eram más as suas obras.
Todo aquele que pratica más acções
odeia a luz e não se aproxima dela,
para que as suas obras não sejam denunciadas.
Mas quem pratica a verdade aproxima-se da luz,
para que as suas obras sejam manifestas,
pois são feitas em Deus.

Palavra da salvação

 

  • Comentário do nosso Pároco, Pe. José Diz
    Misericórdia é o nome de Deus. A Sua misericórdia enche-nos o coração. Misericórdia é o rosto autêntico de Deus. “Deus amou tanto o mundo…” O mistério da cruz é o escândalo permanente do amor misericordioso. Deus, ao dar-nos o Seu Filho, deu-nos tudo. Não tinha mais nada para dar. E Jesus, tendo amado os seus, amou-os até ao extremo de dar a vida por eles. Deus ama-nos perdoando. A maior grandeza do Pai está em compadecer-se e perdoar. É assim que Deus nos ama, e nós devemos amar. “Quem acreditar n’Ele não é condenado”. A fé entra como condição para ir à festa do amor misericordioso. Quem não acreditar, ficará de fora, negando-se a entrar na alegria do coração de Deus. Cristo é o coração do Pai, expressão e garantia do amor que nos tem. Não veio para condenar, mas para salvar. Deus não condena ninguém. São as nossas obras que nos condenam ou absolvem, à face de Deus e dos homens.
  • Comentário do Papa Francisco

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