Domingo, 5 Dezembro, 2021
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XI Domingo do Tempo Comum

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos

A menor de todas as sementes torna-se a maior de todas as plantas da horta
(Mc 4,26-34)

Naquele tempo,
disse Jesus à multidão:
«O reino de Deus é como um homem
que lançou a semente à terra.
Dorme e levanta-se, noite e dia,
enquanto a semente germina e cresce, sem ele saber como.
A terra produz por si, primeiro a planta, depois a espiga,
por fim o trigo maduro na espiga.
E quando o trigo o permite, logo se mete a foice,
porque já chegou o tempo da colheita».
Jesus dizia ainda:
«A que havemos de comparar o reino de Deus?
Em que parábola o havemos de apresentar?
É como um grão de mostarda, que, ao ser semeado na terra,
é a menor de todas as sementes que há sobre a terra;
mas, depois de semeado, começa a crescer
e torna-se a maior de todas as plantas da horta,
estendendo de tal forma os seus ramos
que as aves do céu podem abrigar-se à sua sombra».
Jesus pregava-lhes a palavra de Deus
com muitas parábolas como estas,
conforme eram capazes de entender.
E não lhes falava senão em parábolas;
mas, em particular, tudo explicava aos seus discípulos.

Palavra da salvação

 

  • Comentário do nosso Pároco, Pe. José Diz
    Esperar é o nosso ofício de homens, o nosso viver e sonhar, o outro lado das coisas da vida. É difícil esperar, porque é difícil ser homem. Esperar é a força do cristão. Esperar é a vida nova, fermento novo, pressa de ir dizer aos outros que o essencial é amar. Esperar é o gesto filial de abandono e confiança no coração do Pai, sabendo que Ele é tudo e está em todas as coisas. Esperar é o dinamismo da graça, silêncio do grão de trigo, que germina em promessas de seara abundante. Na esperança dos segadores é que o pão se multiplica e o Reino cresce. A esperança engrandece e transfigura tudo aquilo que vier abrigar-se a sua sombra. Esperar é a virtude dos fortes que entram na luta já vencedores. Pela esperança teologal tudo posso, e quando sou fraco, é então que sou forte. Esperar é a bem-aventurança dos humildes, daqueles que acreditam nas suas mãos vazias, e põem a felicidade mais em dar do que em receber, mais em amar do que em ser amados.
  • Comentário do Papa Francisco
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